14 abril 2010

Some Respite for Greece in Successful Debt Sale


Greece sold 1.56 billion euros ($2.12 billion) in high-yield debt that effectively carries a European Union guarantee.

Investors bid 3.9 billion euros on Tuesday for the 600 million euros of 52-week Treasury bills, the Greek Public Debt Management Agency said, meaning the offer was oversubscribed 6.54 times.

An auction of 26-week bills, also seeking 600 million euros, drew bids totaling 4.6 billion euros, for an oversubscription ratio of 7.67. The demand allowed Greece to sell 780 million euros of bills in each auction.

But economists warned that Greece still faced immense long-term problems. In the worst case, Greece could still default, analysts said. More likely, in coming years it will require serial bailouts by its euro zone partners.

“Even under relatively conservative assumptions the Greek debt situation is unsustainable,” said Erik F. Nielsen, the chief European economist at Goldman Sachs in London and a former International Monetary Fund official. “Something has to give.”

Left to fend for itself, Greece would probably run out of money and default, analysts say. But other European countries are likely to conclude, however reluctantly, that continuing to support Greece is less costly than letting the country go under.

A Greek default would cause borrowing costs to spike in other overly indebted countries like Spain, creating a much graver crisis that would threaten the credibility of the euro.

“Greece is too small to fail,” said Stuart Green, economist at HSBC Bank in London. “The policy of E.U. leaders is to nip the problem in the bud with Greece before it becomes more expansive.”

Still, the successful bond sale seemed to validate the decision by European governments on Sunday to provide 30 billion euros in loans if Greece was unable to raise money at a reasonable cost. The International Monetary Fund is expected to provide another 15 billion euros in aid.

The demand on Tuesday for Greek debt also seemed to indicate that Athens would not need to ask for the help right away.

“We can turn our attention with greater calm to domestic challenges and promote the necessary changes,” Prime Minister George A. Papandreou said, according to Reuters.

However, the rates on the notes — 4.85 percent for the 52-week bills and 4.55 percent for the 26-week bills — were more than double those Greece paid on Jan. 12 on similar maturities.

In addition, yields on debt with maturities of two or more years were still at least 6 percent in Tuesday trading, meaning the government will have to pay a high price as it seeks to refinance 40 billion euros more in debt this year.

“There seems a strong chance that the government will eventually be forced to seek funds from the rest of the euro zone,” Ben May, of Capital Economics in London, wrote in a note.

The need to refinance debt is only the most immediate of Greece’s problems.

The Greek government has based its plans to shrink the budget deficit, which is nearly 13 percent of its gross domestic product, on a modest economic downturn of 0.3 percent this year. The government expects growth to resume in 2011.

But economists at UBS, the Swiss bank, warn that those assumptions could be way too optimistic. UBS forecast a plunge in G.D.P. of 5 percent this year and next as cuts in public sector wages and other austerity measures feed through into the broader economy. If so, Greece could become caught in a vicious circle where declining output undercuts attempts to reduce the ratio of borrowing to G.D.P. The debt burden would increase at the same time the government’s ability to pay was declining.

European leaders will also be mindful of how deeply exposed their own banks are to Greece. All told, Greece owes 252.8 billion euros to European banks.

The country’s debt situation is certain to be a main topic yet again when European Union finance ministers meet in Madrid beginning late Thursday.

Ultimately, Greece’s fate rests on the ability of Mr. Papandreou and his government to create a more competitive economy. As a euro member, though, Greece cannot take the traditional route to competitiveness in world markets and devalue its currency to cut the price of its exports.

“The only way to be competitive is by adjusting costs, and that means wages going down,” said Diego Iscaro, an economist at IHS Global Insight in London. “That is likely to be a long and painful process.”


Fonte: The New York Times

12 abril 2010

Programa Diplomacia - Sintonize UHF

O Embaixador da Alemanha, Wilfried Grolig, em entrevista no Programa Diplomacia.


O Lima Estúdio está atraindo a atenção do Senado Federal!!! Olha o e-mail que recebi pelo último post:

Caro Lima.Vi sua nota sobre o Diplomacia. Sou o editor responsável pelo programa. Informo que ele é mensal, o deste mês tem a sinopse abaixo. Ele será reprisado nos mesmo horários no sábado 17 e domingo 18. Estarei inserindo seu e-mail na mala direta do programa e caso deus leitores desejem receber avisos diretos sobre o programa, basta escreverem para diplomaciatv@senado.gov.br;

Um abraço
Francisco Sant'Anna - Editor do Diplomacia

O programa de março apresenta as expectativas dos encontros dos países do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) e do IBAS (Índia, Brasil e África do Sul), que acontecem em Brasília no mês de abril. O Ano Brasileiro-Alemão da Ciência, Tecnologia e Inovação e as relações entre o Brasil e a Alemanha são o enfoque de uma entrevista concedida pelo embaixador daquele país no Brasil, Wilfried Grolig.


O Diplomacia, a revista de Política Internacional da TV Senado, vai ao ar neste final de semana. Sábado, 17/4, às 11h30 e 22h30, e domingo, 18/4 às 9h e às 17h. A TV Senado pode ser sintonizada em canal aberto (UHF) nas seguintes cidades:

* 36 UHF (Gama-DF)
* 40 UHF (João Pessoa-PB)
* 43 UHF (Fortaleza-CE)
* 49 UHF (Rio de Janeiro-Zona Oeste)
* 51 UHF (Brasília-DF)
* 52 UHF (Natal-RN)
* 53 UHF (Salvador-BA)
* 55 UHF (Recife-PE)
* 56 UHF (Cuiabá-MT)
* 57 UHF (Manaus-AM)

Também nos canais 07 (Net Brasília), 118 (Sky), 217 (Direct TV) e 17 (TECSAT) ou na Internet pelo
www.senado.gov.br/tv.

09 abril 2010

Programa Diplomacia na TV Senado


Se você é daqueles que passa direto pelos canais da TV Senado e TV Câmara, pode estar perdendo um excelente conteúdo. Zapeando os canais de TV na casa de um amigo, minha esposa e eu descobrimos o programa que tem tudo a ver com os concurseiros para o CACD.

O DIPLOMACIA de março mostra como o Brasil vem mantendo conversações com outros países emergentes para ter condições de buscar posições comuns em foros internacionais e aumentar o comércio. (Disponível para download até 11/04/2010)

Como o site é em flash, vou passar o caminho das pedras:
* Acesse: http://www.senado.gov.br/tv
* Clique em download
* Clique em Diplomacia - Março

Assistir online é melhor.

08 abril 2010

Livros para download - História Mundial


Os livros abaixo fazem parte da bibliografia do CACD 2010 para História Mundial. Quem encontrar os outros, pode mandar o link. Sugiro que procurem também nas bibliotecas de faculdades de história, como estou fazendo aqui em Volta Redonda-RJ.

BARRACLOUGH, G. Introdução à História Contemporânea
http://www.scribd.com/doc/7389069/Geoffrey-Barraclough-Introducao-a-Historia-Contemporanea

BEAUD, Michel. História do Capitalismo de 1500 a Nossos Dias
http://www.scribd.com/doc/29416147/Michel-Beaud-Historia-Do-Inicial




EUA e Rússia assinam novo acordo de redução nuclear em Praga


Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da Rússia, Dmitry Medvedev, assinaram nesta quinta-feira em Praga, capital da República Checa, o acordo bilateral de redução de seus arsenais de armas nucleares mais significativo em 20 anos.

O acordo estabelece que a redução ocorrerá ao longo de sete anos e que cada parte limitará o seu número de ogivas nucleares a 1.550. O novo teto é cerca de 30% menor que o de 2,2 mil ogivas previsto pelo acordo antigo de redução nuclear russo-americano.

Rússia e Estados Unidos também se comprometeram a limitar a 700 o número de mísseis balísticos capazes de levar as ogivas nucleares. Atualmente, os EUA possuem 798 desses artefatos, enquanto a Rússia tem 566, menos que o limite.

O acordo, que substituirá o Tratado Estratégico de Redução de Armas (Start, na sigla em inglês), assinado em 1991 e expirado em dezembro, ainda precisa ser aprovado pelo Senado americano e pelo Parlamento russo, a Duma.

Importância
Estima-se que o arsenal americano e russo alcance hoje mais de 2 mil e 2,5 mil ogivas nucleares estratégicas, respectivamente. Durante o período da Guerra Fria, os Estados Unidos chegaram a ter mais de 15 mil ogivas nucleares estratégicas, e a Rússia, mais de 10 mil.

Entretanto, para o analista da BBC para assuntos de geopolítica Jonathan Marcus a importância do acordo está menos nos números e mais no significado simbólico do entendimento.

"O acordo marca uma reaproximação nas relações EUA-Rússia, preconizando, talvez, uma postura mais dura da Rússia em relação ao programa nuclear iraniano", afirmou.

"As armas nucleares são parte importante da equação de defesa russa, em um momento em que o seu papel no pensamento estratégico americano está se tornando mais limitado."

Marcus disse que os critérios para contar as unidades de ogivas nucleares são pouco claras e que cortes mais significativos nas armas nucleares de longo alcance russas e americanas ainda podem tardar anos de negociações bilaterais.

Ambos os países já haviam concordado em diminuir o número de mísseis em julho do ano passado, mas o acordo havia ficado em suspenso até agora por diferenças sobre a verificação das reduções.

No início desta semana, o ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, declarou que o acordo representa "um novo patamar de confiança" entre Rússia e EUA.

Ao anunciar o acordo, no mês passado, Obama fez referência à Guerra Fria e disse que o entendimento é "um novo passo adiante para deixar para trás o legado do século XX e construir um futuro mais seguro para nossos filhos."

Fonte: BBC Brasil - BBC BRASIL.com


07 abril 2010

Desenvolvimentismo - Telecurso



Nesta teleaula você vai ver como o desenvolvimentismo de JK tomou conta da sociedade brasileira dos anos 50. Além disso, vai acompanhar o clima de otimismo e esperança do pós-guerra, que consolidou no Brasil através de novas formas de expressão cultural, na música, no cinema, no teatro, nas artes plásticas e na literatura.

Um pouco de desenvolvimentismo - História do Brasil


Os interesses multinacionais e associados cresceram rápida e estavelmente, estimulados pela política de desenvolvimento de Juscelino Kubitschek. Por volta de 1960 tais interesses haviam se tornado a força sócio-econômica dominante. Ao mesmo tempo em que esse processo ocorria, um novo conjunto de agentes sócio-políticos aparecia na economia e na política brasileira. Esses agentes formaram um aparelho civil e militar modernizante responsável pelos assuntos relativos à produção e administração política do bloco econômico multinacional e associado.

Esta estrutura de poder político de classe do bloco multinacional e associado era corporificada numa inteligentsia empresarial. Esses agentes sociais modernizante-conservadores, todos eles verdadeiros intelectuais orgânicos do novo bloco em formação, eram:

a) diretores de corporações multinacionais e diretores e proprietários de interesses associados, muitos deles com qualificação profissional;

b) administradores de empresas privadas, técnicos e executivos estatais que faziam parte da tecnoburocracia e:

c) oficiais militares.

Os interesses multinacionais receberam também o apoio político de seus próprios governos, assim como a assistência, dada às companhias multinacionais e interesses associados no Brasil por organizações políticas das classes dominantes dos países-base.